O Auditório da Universidade do Minho, em Azurém, acolhe a 3.ª edição do Laboratório de Co-criação Teatral, um projeto que cruza estudantes de Medicina com moradores de bairros sociais de Guimarães. Eduardo Fernandes, presidente do conselho de gestão da CASFIG, destaca como esta iniciativa permite quebrar estigmas sociais ao levar os moradores para dentro do ambiente académico.
Na visão da coordenadora social da CASFIG, Carla Silva, o impacto vai além do palco, funcionando como uma ferramenta de saúde mental e de humanização para os futuros médicos.
A diretora artística Manuela Ferreira segue o mesmo pensamento, focando-se na intensidade do processo criativo que transforma histórias de vida em arte.
Entre os protagonistas, Carlota Rocha, moradora de um dos bairros da CASFIG, partilha o entusiasmo de participar ativamente no projeto, independentemente da idade.
Nesta mesma linha de descoberta, João Esteves, apoiado pela Cruz Vermelha, revela como o teatro se tornou uma experiência diferente.
O resultado deste laboratório, que se insere no programa PARTIS & Art for Change e está integrado no projeto COMvivência(s) coordenado pela Associação Paisagem Periférica, tem apresentação pública gratuita hoje, 30 de abril, às 19h, no Auditório Nobre do campus universitário.
