Guimarães apresentou o primeiro relatório de monitorização do Plano Municipal de Ação Climática, referente ao primeiro ciclo de implementação, entre 2024 e 2026.
A apresentação decorreu no Laboratório da Paisagem, numa sessão presidida pelo vereador do Ambiente, Alberto Martins, que reuniu várias entidades municipais, forças políticas locais, organismos públicos, organizações ambientais, academia, escolas e outros parceiros.
O relatório acompanha a execução das 66 medidas previstas no Plano, nas áreas da adaptação e da mitigação às alterações climáticas.
Na componente de adaptação, quase 80 por cento das ações já foram iniciadas e cerca de 49 por cento estão concluídas.
Na mitigação, 43 das 72 ações identificadas nas 14 medidas encontram-se atualmente em execução.
O documento conclui ainda que, se forem concretizadas integralmente, as ações de mitigação previstas permitem atingir a meta municipal de redução de emissões definida para 2030.
Uma das novidades deste primeiro relatório é uma nova ferramenta de avaliação de risco, que permite antecipar problemas que possam comprometer a execução das medidas e definir prioridades e respostas atempadas.
O Município considera que a monitorização regular é essencial para acompanhar a evolução do território, melhorar a qualidade dos dados e reforçar a articulação entre os diferentes setores e instituições.
O Plano Municipal de Ação Climática tem horizonte até 2030 e integra os objetivos de neutralidade climática de Guimarães até esse ano, bem como a construção de uma “cidade de um só planeta” até 2050.
