Uma equipa do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da Universidade do Minho publicou, na prestigiada revista Endocrine Reviews, uma revisão científica dos avanços mais recentes sobre os mecanismos cerebrais que regulam o comportamento alimentar, mostrando que estes sistemas funcionam como uma rede altamente interligada, e não como circuitos relativamente independentes.
Esta revisão ajuda a explicar o sucesso limitado de terapias dirigidas a um único alvo e aponta para o desenvolvimento de tratamentos combinatórios e de medicina de precisão, mais eficazes no combate às perturbações alimentares – como a obesidade, a anorexia nervosa ou a ingestão compulsiva –, que têm um elevado impacto social e económico.
