O curso de engenharia têxtil da Universidade do Minho não tem sido atrativo para os novos estudantes.

Num território marcadamente reconhecido pela implementação da indústria têxtil, seria expectável que a procura fosse maior, mas as recorrentes crises que atravessaram o sector afastaram os alunos desta área.

Ainda assim, a escola de engenharia da Universidade do Minho não baixa os braços e acredita que com uma maior aposta e qualificação diferenciada, poderá ser invertida a atual situação, mudando também a percepção que existe.

 

Pedro Arezes, presidente da escola de engenharia da Universidade do Minho, que realça que é um desafio tornar atrativos cursos como a engenharia de polímeros e a engenharia têxtil. Ainda assim, refere que existe procura de profissionais da área.