A Câmara Municipal de Guimarães aprovou, em sede de reunião do executivo, a aquisição da antiga fábrica de curtumes Madroa, para ali proceder à instalação da Loja do Cidadão e do Centro de Acolhimento Empresarial de Nova Geração.
A proposta de compra do antigo edifício fabril, que terá o valor de 1,17 milhões de euros, sendo parte do financiamento oriundo do PRR, foi aprovada pela maioria socialista, com a abstenção dos vereadores do PSD e do CDS.
O vereador Bruno Fernandes justifica o sentido de voto por considerar que este é um processo de muitos “ziguezagues”, classificando-o como uma “novela da vida real” que já dura há 16 anos.
Por outro lado, o social-democrata diz que o local para a instalação da Loja do Cidadão nunca foi o pretendido, nem pela oposição, nem pelo autarca vimaranense.
Refira-se que a última localização anunciada para a instalação da Loja do Cidadão foi o Centro Comercial Santo António, mas, segundo o presidente da Câmara, não foi possível chegar a acordo com os proprietários relativamente ao preço.
Domingos Bragança diz que esta escolha significa “acrescentar cidade à cidade”, e lembra que o edifício fica perto de espaços comerciais e do mercado municipal.
