O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre o encerramento da 2ª repartição de finanças de Guimarães.
Numa nota às redações, o BE indica que “tem recebido denúncias sobre o funcionamento do serviço de finanças da cidade de Guimarães”, que dispõe de duas repartições de finanças, uma situada na Avenida Conde Margaride e outra na Avenida D. João IV, para servirem aproximadamente 160 mil pessoas.
O BE refere que “de acordo com relatos obtidos, o serviço de finanças, designado como instalações das Finanças, 2ª Repartição, situada na Avenida D. João IV encerrou a sua atividade, por decisão da Autoridade Tributária e Aduaneira”, e que “a base da decisão prende-se com a falta de trabalhadores, por cada aposentadoria ou mobilidade para outro local, segundo as informações recolhidas, não existiu substituição por novos, o que motivou a sobrecarga sobre os trabalhadores que ficaram em funções”.
O Bloco de Esquerda considera, assim, que é fundamental apurar as razões para o encerramento destas instalações e encontrar medidas urgentes que garantam à população o acesso ao serviço público sem qualquer impedimento ou dificuldade, como consagrado na Constituição da República.
Nas questões enviadas ao ministério das finanças, o Bloco pretende saber quais as razões para o encerramento do serviço de finanças, número 2, de Guimarães, e que medidas vai o ministério tomar para resolver a situação.
