Perto de uma centena de estudantes de Arqueologia da Universidade do Minho fez este verão trabalhos de campo em Alfândega da Fé, Arcos de Valdevez, Braga, Vila Velha de Ródão e, na Galiza, em Pontevedra, Vigo, Ourense e León.

Da licenciatura ao doutoramento, os alunos pesquisaram vestígios de várias épocas e reforçaram a formação em contexto real, através de estágios supervisionados e apoiados pelos municípios, que esperam também potenciar o património local.

Este tipo de intervenções ocorre a cada verão, dura cerca de um mês e este ano teve o recorde de oito concelhos envolvidos.

Os estágios curriculares da UMinho são da responsabilidade do Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais, em parceria com as diferentes autarquias, a Unidade de Arqueologia e o Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT). A nível extracurricular, participaram ainda professores e alunos visitantes das universidades Rovira i Virgili (Espanha) e Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS, Brasil).