Arranca esta quinta-feira, 5 de fevereiro, em Guimarães, a 15ª edição do GUIdance – Festival Internacional de Arte Contemporânea.

Reunindo criadores de Portugal, Grécia, Inglaterra, Espanha e Canadá, a edição de 2026 integra três estreias absolutas e três nacionais, coproduções e obras selecionadas pela rede europeia Aerowaves.

Num ano em que a cidade vive a missão de Capital Verde Europeia, o festival propõe como mote a “sincronização da diversidade”, cruzando dança contemporânea, pensamento crítico e relação entre corpo humano e natureza.

Até 14 de fevereiro, a sua programação percorre espetáculos, masterclasses, debates, cinema e encontros com a comunidade, passando por vários espaços vimaranenses como o Centro Cultural Vila Flor, o Teatro Jordão e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

Esta edição abre com o regresso de Olga Roriz a Guimarães. Doze anos depois do seu último solo, “A Sagração da Primavera”, Olga Roriz regressa ao palco com uma obra profundamente autobiográfica. “O Salvado” (5 fevereiro) nasce de um confronto íntimo com a memória, o tempo e a reinvenção, interrogando o que permanece depois da perda e da transformação. Um solo marcado pela urgência de existir e pela maturidade de uma das figuras maiores da dança portuguesa. É às 21h30, no CCVF.