Start-up da UMinho em projeto europeu
03 de Fevereiro, 2014
A SilicoLife, uma jovem empresa biotecnológica da Universidade do Minho, participa num projeto europeu que pretende descobrir ferramentas para combater as resistências dos parasitas e as infeções que estes provocam.
O projeto, designado GlycoPar, é liderado pelo Instituto de Medicina Molecular (IMM) e envolve 14 instituições científicas e industriais de oito países. Tem um financiamento de 3.45 milhões de euros da Comissão Europeia até 2017. A iniciativa é apresentada esta segunda-feira, no Edifício Egas Moniz, em Lisboa. A SilicoLife cria modelos de microrganismos e algoritmos avançados para maximizar a produção de compostos de interesse industrial, acelerando a criação de estirpes otimizadas e a exploração de novas vias metabólicas. Nasceu em 2010 por recém-formados de Bioinformática e docentes da UMinho.
Tem dez colaboradores e sede no SpinPark/AvePark, nas Taipas, Guimarães. Venceu o Prémio de Inovação Atreve-te!, foi start-up da semana na “Wired UK” e ainda distinguida no Fórum Biochem Espanha.
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