Cientistas da UMinho retardam deterioração de frutos
26 de Janeiro, 2022

Uma equipa da Escola de Ciências da Universidade do Minho está a estudar uma forma de retardar a contaminação microbiana e o amadurecimento pós-colheita da fruta. Isto é possível através do própolis, uma resina biológica criada por abelhas para proteger as suas colmeias e utilizada na indústria farmacêutica, cosmética e em higiene e saúde oral, principalmente pelas suas propriedades antimicrobianas e antioxidantes. Os resultados na UMinho são promissores.

O estudo mostra que pode ser possível mitigar o aparecimento de doenças e/ou retardar o apodrecimento microbiano em maçãs, peras e tomates cherry, mas também a degradação natural durante o seu armazenamento e comercialização com recurso a este produto biológico.

No caso de doenças dos frutos causadas por microrganismos fitopatogénicos, este processo de retardação pode passar por pulverizar as árvores, mas os cientistas também testaram soluções à base de própolis após a colheita dos frutos. Com isto, observou-se uma redução no avanço dos focos de infeção induzida.

Informação em destaque
Semana Mundial do Aleitamento Materno
03 de Outubro, 2022
Município de Guimarães promove “Semana Sénior”
03 de Outubro, 2022
Reabilitação do Castro de Sabroso continua
01 de Outubro, 2022
Conferência internacional sobre a governação dos media digitais
03 de Outubro, 2022
Moção “Continuar o Caminho. Preparar o Futuro”
03 de Outubro, 2022
IPCA recebe cerca de 1500 novos estudantes dos CTeSP
03 de Outubro, 2022
Publicidade