Equipa da UMinho e Bosch propõe modelo de condução autónoma
12 de Março, 2020

Os decisores políticos e a indústria devem valorizar os sensores de condução autónoma automóvel que sejam codificados por polarização, permitindo assim sistemas mais rápidos, seguros e baratos para o cidadão.

As conclusões estão publicadas na revista científica “Applied Optics” por portugueses do Centro de Física da Universidade do Minho, no âmbito do projeto “Innovative Car HMI”, uma parceria entre a Bosch Car Multimedia e a UMinho.

O estudo centra-se nos sensores LIDAR, os “olhos” do veículo e base da condução autónoma.

Esta tecnologia ótica com detetores laser mede propriedades da luz refletida ao redor do veículo, para assim obter a distância e a forma de um objeto, pessoa ou animal e, ainda, qual é o sentido e a velocidade a que se movem, mesmo em condições de visibilidade precárias.

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