MC garante discussão de financiamento da Plataforma das Artes
19 de Maio, 2016

O Ministro da Cultura deverá agendar para breve uma visita à cidade de Guimarães, durante a qual pretende abordar com os responsáveis municipais a questão do financiamento da Plataforma das Artes a partir do Orçamento do Estado. A garantia foi dada por Luís Filipe Castro Mendes ao deputado Luís Soares, eleito pelo Partido Socialista no Círculo de Braga, durante uma reunião solicitada pelo parlamentar vimaranense para abordar este assunto com a tutela da Cultura. «Em discussão esteve a antiga reivindicação dos socialistas vimaranenses sobre o financiamento da Plataforma das Artes, que alberga o Centro de Artes José de Guimarães, e a sobre a gestão em rede pelo Município de Guimarães de todos os equipamentos culturais da cidade», adianta o deputado. Conforme tem assumido, o deputado Luís Soares invoca, para defender a tese de que os equipamentos culturais originários da “Capital Europeia da Cultura 2012” devem merecer o financiamento do Orçamento de Estado, «o cumprimento do Princípio da Igualdade relativamente aos equipamentos que resultaram das Capitais Europeias da Cultura de Lisboa e do Porto, respetivamente o Centro Cultural de Belém e a Casa da Música». Numa “carta aberta” à anterior Secretária de Estado da Cultura, o deputado socialista havia feito já a defesa desta tese -- «o princípio segundo o qual deve ser tratado por igual o que é igual e de forma diferente o que é diferente» --, realçando que, se o Centro Cultural de Belém e a Casa da Música são financiados em proporções diferentes pelo Orçamento do Estado, «é natural e justo que a Plataforma das Artes e da Criatividade também o seja». «De forma igual? Não. De forma diferente», afirmava. Dando então visibilidade a um tema que estava a motivar acesas discussões politico-partidárias na “cidade berço”, suscitadas por uma deslocação da Secretária de Estado a Guimarães, Luís Soares insistia que o argumento que invocava, comum aos socialistas vimaranenses, era aquele que sempre invocou e continuará a invocar, «independentemente do partido que lidere o Governo». Assumindo-se «conhecedor das dificuldades que o país atravessa» e da «amputação que o Governo antecessor provocou na Cultura em Portugal», contrapunha para defesa da sua posição «a visão e a importância que os socialistas de Guimarães e do país dedicam à Cultura, à sua generalização e universalidade». Além disso -- insistia -- a população não esquece que «foi um Governo do Partido Socialista que acometeu à Guimarães e aos vimaranenses a responsabilidade de organizar a melhor “Capital Europeia da Cultura” e aquela que mais conseguiu envolver os cidadãos».

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