Guimarães mantém portas abertas para eventos marcantes
25 de Fevereiro, 2019

“Guimarães quer sempre ter as portas abertas para estes eventos, quer ser inovadora, arrojada. Abrimos a porta ao conhecimento, ao entendimento e a desmistificar temas como a Morte”. Foi desta forma que a Vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães procedeu ao encerramento do I Congresso Internacional “A Morte: Leituras da Humana Condição”, organizado pelo Instituto de Estudos Avançados em Catolicismo & Globalização (IEAC-GO), que decorreu entre quinta-feira e sábado, no Centro Cultural Vila Flor.

Mais de duas centenas de congressistas passaram por este evento, contemplando 141 oradores, em 11 áreas temáticas distintas, abrangendo cinco nacionalidades e dois Continentes.

A Presidente da Comissão Organizadora, Eugénia Magalhães, elogiou a parceria com a Câmara Municipal de Guimarães pela forma como abraçou a realização de um evento “ousado”, “mas essencial”, prestando homenagem a toda a equipa que trabalhou para a realização deste congresso e que se foi formando entre “o espanto” e a “necessidade” de “romper com a forma como a investigação se faz em Portugal”.

Considera Eugénia Magalhães que na Cidade-Berço foi dado um passo importante para abrir lugar ao debate alargado nas várias vertentes científicas. “Verificamos que a investigação é feita em redoma, circunscrita à sua área do saber, e queremos alargar horizontes através do diálogo entre a interciência e refletir sobre o nunca antes pensado”, apontou a presidente do IEAC-GO.

O Congresso “A Morte”, segundo Paulo Alves, Presidente da Comissão Científica, “foi colocado na agenda científica do país, sendo um congresso de natureza científica aberta e plural”.

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