CDP reconhece trabalho de adaptação às alterações climáticas
21 de Fevereiro, 2019

O trabalho desenvolvido por Guimarães em adaptar-se à mudança climática é amplamente reconhecido num relatório recente da Rede Carbon Disclosure Project (CDP), que desenvolveu uma nova pontuação metodológica para "comparar o desempenho ambiental das cidades”.

O CDP é um projeto formado por um consórcio internacional que, através de uma plataforma de avaliação, regista os dados na área da mitigação e adaptação às Alterações Climáticas de Empresas e Cidades. Este é o segundo ano que Guimarães participa, sendo que no total foram reportados dados de 630 cidades de todo o Mundo, representando 620 milhões de habitantes.

Através do CDP as cidades fornecem os dados relativos às emissões de carbono, bem como do consumo energético. Por outro lado, são fornecidos dados relativos às medidas aplicadas para a mitigação destas emissões e ações que sejam de adaptação aos riscos provocados pelas alterações climáticas. Guimarães obteve assim a segunda classificação mais alta da escala de avaliação, inserindo-se nos 10% do grupo de cidades mais bem classificadas em todo o Mundo.

No relatório de avaliação poderá ler-se que Guimarães é “uma cidade Líder que demonstra melhores práticas em adaptação e mitigação, tem definidas metas ambiciosas e realistas, e tem demonstrado progresso para atingir essas metas.

Apresenta atualmente planos estratégicos e abrangentes para assegurar que as ações que estão a adotar reduzirão os impactos climáticos e a vulnerabilidade dos cidadãos, empresas e organizações instaladas no território.” Atualmente o CDP (Carbon Disclosure Project) está inserido no Pacto de Autarcas para o Clima e Energia e apoia as cidades para avaliar os riscos e as oportunidades para a mudança climática para os cidadãos e empresas, tendo participado 25 cidades portuguesas em 2018.

Este é mais um processo de avaliação e monitorização contínua de indicadores de sustentabilidade que Guimarães utiliza, juntando ao processo do cálculo da Pegada Ecológica e Biocapacidade Municipal com a ZERO, ao Município ECOXXI com a ABAE e ao Pacto de Autarcas com a Comissão Europeia.

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