7ª edição do GUIdance
08 de Fevereiro, 2017

Após uma primeira semana agitada pela dança em Guimarães, o GUIdance parte para a segunda ronda de espetáculos no dia 08, às 21h30, na Black Box da Plataforma das Artes.

Depois de ter apresentado a estreia absoluta da sua mais recente criação, Tânia Carvalho, coreógrafa central no panorama da dança contemporânea em Portugal, regressa ao festival com a remontagem da peça “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!”, de 2008. Interpretada por quatro bailarinos e por Tânia Carvalho, que nesta criação se senta ao piano, “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” explora a relação de interdependência e recíproca influência entre a música e a dança.

No dia 09 de fevereiro, à mesma hora, mas agora no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, Luís Guerra sobe ao palco para apresentar “A Tundra”. Depois de construir um país imaginário, Laocoi, e de outras incursões que envolvem a natureza – “Nevoeiro” (2013) e “Trovoada” (2014) – Luís Guerra caminha agora para um espaço de pacificação.

A peça prossegue o caminho criativo, mas agora o criador leva-nos para um lugar de maior serenidade, em que o público é convidado a aceder a um mundo bem para lá do visível.

No dia 10, às 21h30, no Pequeno Auditório do CCVF, chega-nos a estreia nacional de “This is Concrete”, de Jefta van Dinther e Thiago Granato, uma peça onde os corpos de dois homens se embrenham incessantemente, esbatendo as fronteiras um do outro. Imersos num ambiente sonoro de batidas estonteantes e sombras giratórias, a viagem dos artistas é longa e entorpecida e sexual.

No último dia, o GUIdance apresenta dois espetáculos. Às 18h30, na Black Box da Plataforma das Artes, a dupla de jovens criadores Ana Jezabel e António Torres apresenta a estreia absoluta da mais recente cocriação, “A importância de ser (des)necessário”, uma peça que explora a ideia de luto e luta. Ligados e em constante esforço e tensão, Ana Jezabel e António Torres vagueiam pela cena à procura de um novo (des)equilíbrio.

O GUIdance dá por encerrada a sua 7ª edição com a estreia nacional de “Speak low if you speak love”, de Wim Vandekeybus, espetáculo que reafirma a relação de grande cumplicidade entre o coreógrafo belga e o músico Mauro Pawlowski, com quem criou “nieuwZwart” em 2009.

Desta vez, histórias clássicas servem de inspiração para as músicas escritas por Pawlowski e interpretadas pela carismática cantora sul-africana Tuto Puoane. “Speak low if you speak love” não é uma ópera, nem um musical, mas antes uma combinação irrequieta de música experimental e tradição clássica em que o tema central é o amor.

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